Pompa e elegância marcam entrega de caixa acoplada
Lu Vaz on terça-feira, 30 de março de 2010
Ref.:Barraco no shopping da construção e um par de vasos enfeitando a sala de visitas
Sexta-feira, eu saí para cuidar de unhas e sobrancelhas. Quando entrei em casa senti que algo não estava ornando no ambiente. Era a dupla de privadas! Melhor dizendo, a ausência da cara-metade. O gerente da Dicico veio, pessoalmente e todo paramentado, entregar a minha caixa acoplada. Mamãe e João receberam em meu nome os pedidos de desculpas e fizeram a devolução da latrina sobressalente. Ainda não sei o que vou colocar na sala de estar para substituir o par de vasos. Eu já estava quase apegada ao novo conceito de decoração. Em compensação, já estou devidamente arranjada para postar sobre lactobacilos vivos, casei shirota e dan regularis.
Não é simpatia! É Trash the dress!
Lu Vaz on domingo, 28 de março de 2010
Muitas noivas não descartam certos rituais mágicos quando vão subir ao altar. Algo velho, algo novo, algo emprestado, algo azul, nome das amigas costurado na barra do vestido, chuva de arroz na saída da igreja. Mas já imaginou, logo após o casamento, transformar as vestes dos noivos em trapos? Não é superstição ou feitiçaria, não! A nova tendência chegou ao Brasil há cerca de um ano. Trash the dress é mais uma mania americana que ganha força por aqui. Trata-se de um ensaio fotográfico realizado dias depois do enlace em cenários diferenciados. Usando os nobres trajes da cerimônia matrimonial, os noivos se jogam no mar, rolam pelo chão, posam em ruínas, passeiam em bosques enquanto seu lobo não vem. Qualquer coisa que a imaginação permitir para que o álbum de recordações esteja mais para "meu iáiá, meu iôiô" do que para papai e mamãe.
Dicas e referências:
http://www.noivasonline.com/trash_the_dress.htm
Barraco no shopping da construção e um par de vasos enfeitando a sala de visitas
Lu Vaz on quarta-feira, 24 de março de 2010
É fato que esse blog costuma abordar temas tangentes ao consumo. O que eu não imaginava era bostar, digo, postar um tema tão íntimo e, por que não dizer, privado. Eu explico: No dia 18/02/2010, saí de casa para comprar um vaso sanitário. Mal sabia a cagada que isso ia dar. Desculpem o termo chulo, mas, além do verbete constar no Aurélio, algumas coisas ninguém consegue segurar e merda é uma delas.
Durante a compra, sanei todas as minhas dúvidas sobre latrinas e escolhi a mais conveniente para as minhas necessidades. Ao concluir a aquisição, diga-se de passagem paga à vista, descobri que a entrega demoraria 35 dias úteis. Úteis para quem? Certas impurezas demandam o ônus da saída de emergência. Se eu comprasse à prestação, provavelmente eles me mandariam primeiro um penico. Eu moro em apartamento, não dá pra cavar um buraco no fundo do quintal. Agorinha há pouco, Jorge mandou-me cagar no mato, mas já pensou se a síndica me flagra no jardim do prédio?
Voltando ao shopping, quando aceitei o prazo de entrega, ao invés de ganhar um brinde ou um desconto promocional, percebi um piriri, uma descarga extra no final da minha conta. Embora eu tenha escolhido comprar a uns 500 metros da minha residência, a minha privada viajaria mais de 70 km até o meu lar doce lar. E eu pagaria a despesa.
Contestadora, questionadora, barraqueira, podem me chamar do que quiserem - mas prefiro Lu, Luci, Luciana ou Luzinha. Como pra bom entendedor meia palavra é bosta, limito-me a dizer que protestei com veemência. Aliás, como, não! Comer tá proibido aqui em casa porque sai sólido e não to a fim de ir "fazer cocô na casa do Pedlinho". Líquido, tudo bem, pois, fazer xixi no banho é ecologicamente correto, economiza a água do planeta. E eu, eco consumidora, na verdade, comprei duas peças. A bacia, que é o vaso sanitário propriamente dito. E uma caixa acoplada, que também reduz o gasto de água e coisa e tal.
Se o vaso sanitário estivesse em seu devido lugar, ou seja, no estoque do super, hiper, mega, plus shopping da construção, sairia extremamente mais barato levar a latrina de taxi pra casa - com caixa acoplada e tudo! Por que não avisar ao cliente o que está disponível na loja antes de passar a régua na conta? No dito pelo não dito, “quem não arrisca não petisca”. Esbocei um bate-boca e levei a isenção da taxa de frete. Um petisquinho até que cairia bem agora, mas acepipes são sólidos, se fossem líquidos, bebê-los-ia.
Pasmem: O mais interessante ainda estava por vir. Hoje, 24/03/2010, precipitou-se a entrega em 24 dias úteis. A caixa acoplada não veio. Em contrapartida, como num eco, repetiram-se as bacias. Agora tenho um par de vasos enfeitando a minha sala, pois, onde vou enfiar duas privadas nesse apartamento? Liguei para o televendas da loja e expliquei a situação - do meu banheiro até a sala de estar. Ouvi atentamente as respostas e, com licença, aliás, desculpem a deselegância, mas posso estar precisando fazer um cocozinho e vou estar incluindo as fotos no post quando eu puder estar transferindo para o meu computador. Sim, tem fotos que revelam novas tendências de decoração!
Beijundas
Post relacionado: Pompa e elegância marcam entrega de caixa acoplada
Durante a compra, sanei todas as minhas dúvidas sobre latrinas e escolhi a mais conveniente para as minhas necessidades. Ao concluir a aquisição, diga-se de passagem paga à vista, descobri que a entrega demoraria 35 dias úteis. Úteis para quem? Certas impurezas demandam o ônus da saída de emergência. Se eu comprasse à prestação, provavelmente eles me mandariam primeiro um penico. Eu moro em apartamento, não dá pra cavar um buraco no fundo do quintal. Agorinha há pouco, Jorge mandou-me cagar no mato, mas já pensou se a síndica me flagra no jardim do prédio?
Voltando ao shopping, quando aceitei o prazo de entrega, ao invés de ganhar um brinde ou um desconto promocional, percebi um piriri, uma descarga extra no final da minha conta. Embora eu tenha escolhido comprar a uns 500 metros da minha residência, a minha privada viajaria mais de 70 km até o meu lar doce lar. E eu pagaria a despesa.
Contestadora, questionadora, barraqueira, podem me chamar do que quiserem - mas prefiro Lu, Luci, Luciana ou Luzinha. Como pra bom entendedor meia palavra é bosta, limito-me a dizer que protestei com veemência. Aliás, como, não! Comer tá proibido aqui em casa porque sai sólido e não to a fim de ir "fazer cocô na casa do Pedlinho". Líquido, tudo bem, pois, fazer xixi no banho é ecologicamente correto, economiza a água do planeta. E eu, eco consumidora, na verdade, comprei duas peças. A bacia, que é o vaso sanitário propriamente dito. E uma caixa acoplada, que também reduz o gasto de água e coisa e tal.
Se o vaso sanitário estivesse em seu devido lugar, ou seja, no estoque do super, hiper, mega, plus shopping da construção, sairia extremamente mais barato levar a latrina de taxi pra casa - com caixa acoplada e tudo! Por que não avisar ao cliente o que está disponível na loja antes de passar a régua na conta? No dito pelo não dito, “quem não arrisca não petisca”. Esbocei um bate-boca e levei a isenção da taxa de frete. Um petisquinho até que cairia bem agora, mas acepipes são sólidos, se fossem líquidos, bebê-los-ia.
Pasmem: O mais interessante ainda estava por vir. Hoje, 24/03/2010, precipitou-se a entrega em 24 dias úteis. A caixa acoplada não veio. Em contrapartida, como num eco, repetiram-se as bacias. Agora tenho um par de vasos enfeitando a minha sala, pois, onde vou enfiar duas privadas nesse apartamento? Liguei para o televendas da loja e expliquei a situação - do meu banheiro até a sala de estar. Ouvi atentamente as respostas e, com licença, aliás, desculpem a deselegância, mas posso estar precisando fazer um cocozinho e vou estar incluindo as fotos no post quando eu puder estar transferindo para o meu computador. Sim, tem fotos que revelam novas tendências de decoração!
Beijundas
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Quando o invisível clama teu vil metal
Lu Vaz on domingo, 21 de março de 2010
Eu moro em Santos, “Terra da caridade e da liberdade” - e da campanha “Em vez de esmola, ofereça ajuda”. Antes de conhecer Franceílton, eu não hesitava em, educadamente, negar as moedas que me pediam. Mas precisei conviver com esse morador de rua - nada estereotipado - durante algumas madrugadas frias para escrever umas páginas do livro “Vidas em Pauta - o cotidiano”. Não precisei ir muito longe para encontrar o meu personagem.Eu voltava da padaria e lá estava o mendigo se preparando para dormir. Ele não pediu nada, mas andei duas quadras e voltei para a padaria. Pedi pão com manteiga e café com leite para viagem, uma viagem de pouco mais de um metro. Fazia muito frio e chovia torrencialmente. Ele deve ter escutado meus passos e percebeu que parei ao lado dele. Espiou pela porta de sua casa de papelão e recebeu minha oferta com um largo sorriso. Em troca, perguntou se eu queria um pouco de água e estendeu a mão com uma garrafa pet. Confesso que ao ver a garrafa pensei que fosse aguardente, mas não me senti em condição de julgar o meu próximo porque jamais precisei enganar a fome ou o frio. Aliás, o meu próximo é um vizinho, um vizinho sem teto. Acho que ele queria fazer amigos, conversar um pouco. O fato é que parei ali e logo descobri que ele não é um mendigo, mas um morador de rua.A casa de papelão chamou a minha atenção por ter a estampa de vários candidados políticos, sendo que alguns se elegem e, na condição de autoridades, não percebem parte importante do seu ofício: Para entender a vida de quem habita as ruas é preciso derrubar mitos, desfazer-se de preconceitos, compreender as situações sócio-econômicas e culturais que rondam a vida dessas pessoas há mais de 500 anos. Esse meu encontro com Franceílton ocorreu em 2007. Momento revelador, transformador, do tipo que nos faz enxergar a vida de outra forma. Mas em relação aos que habitam as ruas, sinto muito ter que abrir o meu coração com tanta franqueza, porém, essa experiência refletiu-se em tão somente ver com os meus próprios olhos. Só, aqui do meu observatório, só sei que nada sei.
Há pouco tempo, eu reencontrei um amigo da minha adolescência. Quando me viu, ele correu em minha direção todo sorridente. Não pensei duas vezes: Abracei, beijei, porém, não tive coragem de perguntar o óbvio: Como você está? Tudo bem com você? Aquele garoto sempre queimado de sol, adorador dos esportes, que deixava todas as meninas suspirando, hoje sobrevive miseravelmente nas ruas. Mas no meio da cabeleira desgrenhada, da poeira de sua face, das vestes vagabundas, da realidade triste, eu jamais deixaria de reconhecer a nobreza daquele olhar, a generosidade daquele sorriso de quem um dia foi lindo também por fora. Perdeu-se em outra dimensão, em muitas viagens e agora está à margem.
Hoje eu estava no supermercado, já no caixa, abrindo a carteira para pagar as compras. De repente, um mendigo pediu-me R$0,80 para inteirar R$5,00. Passou um filme em minha cabeça e, antes que eu pudesse me manifestar, o segurança veio fazer o trabalho dele. Não pude resistir aos olhos daquele ser humano, pois, segurei-lhe pelo braço e, coincidentemente, R$0,80 era o que eu tinha no meu porta-moedas. O segurança me olhou torto, eu agradeci contrariada e, ao sair do mercado, desconfiei que o maltrapilho queria comprar comida naquele estabelecimento. Pois, e se fosse bebida? Eis que a aparência esfarrapada do invisível social – percebido pelo mero acaso do enfado - inviabilizou a sua sagrada liberdade, o seu direito constitucional de ir e vir.
Do livro de Jornalismo literário "Vidas em pauta - o cotidiano", o texto "Habitar as ruas" está disponível na íntegra no seguinte link:
Arca encantada, box multifário e longa vida para as caixas d´água
Lu Vaz on sexta-feira, 19 de março de 2010
Da felicidade eu não sei, mas que o Silvio Santos é o dono do Baú, ha ha ha hi hi hi, todo mundo sabe. Diga-se de passagem, o ex-camelô tem mais é que rir à toa, pois, somente para apresentar o seu programa dominical, ele inclui mensalmente em seu polpudo caixa a bolada de US$ 1,5 milhão.
Mas não são só os camelôs que vendem no gogó. A dupla Zezé di Camargo e Luciano reina nas campanhas publicitárias de cama bibox à cabeceira box. Eis que há uns tempos difundiu-se um boato de que os vitoriosos filhos de Francisco, da zona rural de Goiás, eram os donos da Marabraz. Na realidade, eles são donos de dois Grammys latinos. A participação dos sertanejos na empresa moveleira limita-se aos comerciais televisivos e uns relógios de parede.Embora os artistas prefiram rolex, houve uma promoção que consistia no cliente comprar na Marabraz, sob o pretexto de que "preço menor ninguém faz", e ganhar aquele relógio infeliz para não esquecer nem por um segundo a estampa dos garotos-propaganda. Os felizes proprietários da rede de lojas Marabraz são os irmãos Fares, filhos de Abdu, que abriu a primeira loja em 1962, na zona norte paulistana.
Já a cantora Madonna está mergulhada na água de coco. Investiu cerca de US$ 1,5 milhão - equivalente ao salário mensal de Silvio Santos - uma bagatela - para se associar à Vita Coco, sediada nos Estados Unidos e que vende o produto brasileiríssimo em supermercados de Los Angeles e NY. O jingle da empresa, cantado por Madonna para os gringos é mais ou menos assim: Meou Brrrassill brrassilleirrrou / Éissi coquieorrro quiu die coucou / Ai! uande amérrou ménau ridi *. Tá, essa parte do jingle é mentira minha.
Mas que Madonna se amarrou no coqueiro que dá 'coucou', mata a sede e ainda serve para pendurar "uma rede preguiçosa pra deitar", isso é verdade!
Só que enquanto especialistas recomendam esse néctar como uma benção para a saúde, corre na outra rede, não a que balança pra lá e pra cá, mas a dos internautas, que balança geral, um e-mail dizendo que tem cocô na água de coco de caixinha. Aí, sujou, hein? Jesus, luz! Será que isso é verdade? E correm atrás de Madonna os atores Mathew McConaughey e Demi Moore. Também o músico Anthony Kieds, do Red Hot Chili Peppers, que preferiu o refrescante coco às malaguetas - todos investindo seus milhões na Vita Coco.
Eu consultei o poderoso Google e encontrei uma infinidade de rumores desvendados mundo virtual afora. Mas sobre esse zunzunzum da água cagada nada consta. Talvez seja uma missão para MrManson**. Não, ele não é um gringo especialista em caca. Ele mantém um relacionamento estreito com parte da família coconut. E tem habilidades e conhecimentos profundos na criação e difusão de boatos.
Se caldo de cana não engordasse, aposto que Paris Hilton se identificaria e partiria para o negócio. Ainda formaria sociedade com Charlie Sheen, Macaulay Culkin, Amy Winehouse, Daryl Hannah, Courtney Love, muita gente de peso, inclusive Mike Tyson. A lista é enorme. Não faltariam sócios para essa empreitada. Fica aí a sugestão, não para encaixotar caldo de cana, mas para quem quiser propagar mais um boato na net.
Fontes:
*Referência: Aquarela do Brasil - Ary Barroso
** MrManson é colunista do site Cocada Boa: http://www.cocadaboa.com/
A foto de Jesus Luz tomando água de coco foi recortada do site Ego:
http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,,MUL1053016-9798,00-O+CACHORRINHO+TEM+TELEFONE+JESUS+LUZ+PASSEIA+COM+LABRADOR+PELA+ORLA+DO+RIO.html
A foto de Jesus Luz tomando água de coco foi recortada do site Ego:
http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,,MUL1053016-9798,00-O+CACHORRINHO+TEM+TELEFONE+JESUS+LUZ+PASSEIA+COM+LABRADOR+PELA+ORLA+DO+RIO.html
Revista Isto é Dinheiro:
Site oficial de Zezé di Camargo e Luciano:
http://zezedicamargoeluciano.uol.com.br/
Comerciais da Marabraz, preço menor ninguém faz:
http://www.marabraz.com.br/institucional/Video.aspx
Comerciais da Marabraz, preço menor ninguém faz:
http://www.marabraz.com.br/institucional/Video.aspx
Jornal O Globo:
Veja on line:
"Você me dá sorte, meu amor"? Discutindo a relação com a jogatina.
Lu Vaz on quinta-feira, 18 de março de 2010
Eu não joguei o 479 no bicho! Não porque é contravenção penal. Se forem prender todo mundo que joga no bicho, vai ser mais fácil transformar o Brasil num cercado só. Não joguei porque é muito complicado. Por exemplo: Por que duque e não duck, já que é jogo do bicho? Tive a curiosidade de ver se o meu 479, no dia 17 de março, teria dado na cabeça. Dei de cara com um zoo: Gato, burro, borboleta, leão, cavalo, touro e jacaré. Olhei pros números e acho que 479 seria assim um acasalamento de avestruz com peru ou um cruzamento de elefante com burro. Pra mim faria mais sentido veado com peru ou vaca com cobra. Desisti do jogo do bicho e estou pensando em comprar uma Telesena. É muito mais fácil de jogar. O que me impressiona é que quase todos os números são sorteados.
01, 02, 03, 04, 05, 06, 07, 08, 09.

10, não!
11, 12, 13, 14, 15.
16, não!
17, 18, 19, 20, 21, 22, 23.
24, não!
O que me leva de volta ao grupo do veado, o 24, porém, a dezena 24 é cabra, que é o feminino de bode, o que vai do nada a lugar algum. Ou vai, sei lá, inesperadamente, pode dar uma zebra.
Pior do que esses enigmas é ganhar e não levar. Lembram do rolo do bolão do Rio Grande do Sul? Tchê, barbaridade, até o pai da funcionária da lotérica, aquela que se esqueceu de registrar a aposta, rodou.
Por falar em rodar, um giro às minhas memórias infantis. Tem menina que ganha miniatura de cozinha para aprender desde cedo a encostar a barriga no fogão. Eu ganhei um jogo de loto e um de roleta. Não ganhei o fogãozinho e cozinho para caramba. Cozinhar o galo não é a minha especialidade e quem quebra galho é macaco gordo. No bicho, isso deve ser algo em torno de 1317 ou 5268. Se pelo menos fosse 69, porém, um porco teria que entrar na história. Caracas! Era infância, agora olha que crescimento rápido!
Voltando aos brinquedinhos, a tal roleta, não me valeu de nada. Quando eu e meu namorido viajamos de navio, só visitamos o cassino porque era o fumódromo oficial da embarcação. Pra não dizer que não apostamos, fizemos um joguinho numa espécie de loteria de cruzeiro e nenhum dos nossos números foi sorteado.
Como “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”, guardamos o bilhete e apostamos essas mesmas dezenas naquele sorteio milionário da mega-sena de final de ano. Mais uma vez, nenhum número nos deu sorte. Bilhete infeliz!
Ou talvez uma união feliz realmente determine o azar no jogo. Depende. Vocês acreditam em destino, sorte, azar, numerologia, astrologia, bruxas? “Não creio em bruxas, mas que elas existem, existem”? E em sabedoria popular, vocês acreditam?
Dizem: “Azar no jogo, sorte no amor”. Ou vice-versa, “sorte no jogo, azar no amor”. “A ordem dos fatores não altera o produto”. Novamente, depende. Embora isso seja um conceito matemático, ciência exata, números, - e matemática nunca foi o meu forte - acompanhem o meu raciocínio: Ganhar pode significar perda é bem diferente de perder pode significar ganho, não é lógico? Está aí o bolão gaúcho que não me deixa mentir.
A Loteria Federal foi criada no dia 15 de setembro de 1962, seis anos após o nascimento de Eike Batista. Mesmo que uma pessoa ganhasse sozinha todos os prêmios de todas as loterias de todos os tempos, não teria a grana dele. E ele ainda faturou a Luma de Oliveira, que não faz o meu tipo, mas não há como negar, bate um bolão. Depois “des”faturou, mas aí são outros 500, mil, milhões, bilhões, sabe-se lá o valor da pensão.
A profundidade dessa reflexão lembrou-me de uma página da história boliviana donde hay que perder la ternura y endureserse jamas. Certa vez, um operário de La Paz procurou os serviços de uma prostituta. Na hora de pagar, ele não tinha dinheiro e resolveu dar à mulher um bilhete de loteria que tinha no bolso – em troca do que ela deu a ele. Dez dias depois, o bilhete foi sorteado e a prostituta ganhou 210 mil dólares. Comidinha cara, hein? Apelando mais uma vez para a sabedoria popular: “A mulher que não tem sorte com os homens não sabe a sorte que tem”.
Para falar a verdade, eu ainda estou na tentação de jogar novamente aqueles números do cassino. Estou num impasse. “O amor é cego”, mas, “o pior cego é aquele que não quer ver”, no caso, talvez me falte a coragem de ver o resultado depois. “Amor com amor se paga” e ponto. Apesar que posso ganhar e decidir doar o dinheiro? Acho que não! Sorte ou azar é algo pessoal e intransferível, ou não é? Nesse caso, corro o risco de ficar sem o amor porque, mesmo me livrando do prêmio, quem ganhou fui eu. Dessa forma, fico também sem a bolada porque dei. Dei o dinheiro, no caso, porque perdi o amor. Tá, todo mundo entendeu essa parte?
Então, imagine só se eu ganho e passo a vida gastando o meu prêmio num táxi. Sim, fazendo a "ronda" até encontrar o meu par "rolando dadinhos e jogando bilhar." Não, não, não! Prefiro passar a vez. Ou não?
Vamos ao teste: Supondo que um dia você ganhe sozinho uma mega-sena acumulada. Você acredita que se encher a cara para brindar à vitória jamais vai ter ressaca? Então você acredita em bruxas. O que liquida suas chances no amor e garante o porre de felicidade. To passando a bola de novo.
Pois bem, a alternativa pode ser um só porre com duas finalidades: Comemorar o prêmio e afogar as mágoas. Aliás, foi o presidente Jânio Quadros, "que bebia porque era líquido", quem unificou as loterias e determinou que só a União deve legislar sobre o sistema de sorteios. Quando o Jânio pensou na União, não levou em conta que os sortudos da loteria poderiam varrer os cônjuges? Afinal de contas, vassoura não era a especialidade do nobre bebum? Em que momento a gente pega o morto? Tem curinga nessa rodada? To tonta!
Nesses casos, o lance pode ser uma partidinha de xadrez porque, na pior das hipóteses, dá pra garantir o empate afogando o rei ao invés de afogar as mágoas. O que evoca outra questão: Empate no jogo dá o que no amor? No amor eu não sei, no jogo é meio ponto, ou seja, ninguém fica no zero a zero. Se fosse um streap pocker, dando empate, todo mundo perderia a roupa e, enfim, retomemos a ordem. Ganhar pode significar perda ou perder pode significar ganho? Jogo ou não jogo, de novo, os tais números do cassino?
Por via das dúvidas, não vou revelar os meus números nefastos para vocês. “A sorte de uns é o azar de outros”. Talvez, o azar de uns seja a sorte de outros. Vocês podem perguntar: Não me desejas sorte, amiga? “Antes a morte que tal sorte”.
“Aproveite a sorte enquanto ela está a seu favor”. Como saber se ela não está contra, nem Freud explica.
Fontes:
Guia dos Curiosos:
http://guiadoscuriosos.ig.com.br/categorias/4772/1/loteria.html
http://guiadoscuriosos.ig.com.br/categorias/3499/1/sexo.html
Xadrez / Rei afogado: http://pt.wikipedia.org/wiki/Rei_afogado
Post sobre viagem no Vision of the seas: Manual para pobre turistas - http://registremos.blogspot.com/2010/01/vision-of-seas-manual-para-os-pobres.html
Como “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”, guardamos o bilhete e apostamos essas mesmas dezenas naquele sorteio milionário da mega-sena de final de ano. Mais uma vez, nenhum número nos deu sorte. Bilhete infeliz!
Ou talvez uma união feliz realmente determine o azar no jogo. Depende. Vocês acreditam em destino, sorte, azar, numerologia, astrologia, bruxas? “Não creio em bruxas, mas que elas existem, existem”? E em sabedoria popular, vocês acreditam?
Dizem: “Azar no jogo, sorte no amor”. Ou vice-versa, “sorte no jogo, azar no amor”. “A ordem dos fatores não altera o produto”. Novamente, depende. Embora isso seja um conceito matemático, ciência exata, números, - e matemática nunca foi o meu forte - acompanhem o meu raciocínio: Ganhar pode significar perda é bem diferente de perder pode significar ganho, não é lógico? Está aí o bolão gaúcho que não me deixa mentir.
A Loteria Federal foi criada no dia 15 de setembro de 1962, seis anos após o nascimento de Eike Batista. Mesmo que uma pessoa ganhasse sozinha todos os prêmios de todas as loterias de todos os tempos, não teria a grana dele. E ele ainda faturou a Luma de Oliveira, que não faz o meu tipo, mas não há como negar, bate um bolão. Depois “des”faturou, mas aí são outros 500, mil, milhões, bilhões, sabe-se lá o valor da pensão.
A profundidade dessa reflexão lembrou-me de uma página da história boliviana donde hay que perder la ternura y endureserse jamas. Certa vez, um operário de La Paz procurou os serviços de uma prostituta. Na hora de pagar, ele não tinha dinheiro e resolveu dar à mulher um bilhete de loteria que tinha no bolso – em troca do que ela deu a ele. Dez dias depois, o bilhete foi sorteado e a prostituta ganhou 210 mil dólares. Comidinha cara, hein? Apelando mais uma vez para a sabedoria popular: “A mulher que não tem sorte com os homens não sabe a sorte que tem”.
Para falar a verdade, eu ainda estou na tentação de jogar novamente aqueles números do cassino. Estou num impasse. “O amor é cego”, mas, “o pior cego é aquele que não quer ver”, no caso, talvez me falte a coragem de ver o resultado depois. “Amor com amor se paga” e ponto. Apesar que posso ganhar e decidir doar o dinheiro? Acho que não! Sorte ou azar é algo pessoal e intransferível, ou não é? Nesse caso, corro o risco de ficar sem o amor porque, mesmo me livrando do prêmio, quem ganhou fui eu. Dessa forma, fico também sem a bolada porque dei. Dei o dinheiro, no caso, porque perdi o amor. Tá, todo mundo entendeu essa parte?
Então, imagine só se eu ganho e passo a vida gastando o meu prêmio num táxi. Sim, fazendo a "ronda" até encontrar o meu par "rolando dadinhos e jogando bilhar." Não, não, não! Prefiro passar a vez. Ou não?
Vamos ao teste: Supondo que um dia você ganhe sozinho uma mega-sena acumulada. Você acredita que se encher a cara para brindar à vitória jamais vai ter ressaca? Então você acredita em bruxas. O que liquida suas chances no amor e garante o porre de felicidade. To passando a bola de novo.
Pois bem, a alternativa pode ser um só porre com duas finalidades: Comemorar o prêmio e afogar as mágoas. Aliás, foi o presidente Jânio Quadros, "que bebia porque era líquido", quem unificou as loterias e determinou que só a União deve legislar sobre o sistema de sorteios. Quando o Jânio pensou na União, não levou em conta que os sortudos da loteria poderiam varrer os cônjuges? Afinal de contas, vassoura não era a especialidade do nobre bebum? Em que momento a gente pega o morto? Tem curinga nessa rodada? To tonta! Nesses casos, o lance pode ser uma partidinha de xadrez porque, na pior das hipóteses, dá pra garantir o empate afogando o rei ao invés de afogar as mágoas. O que evoca outra questão: Empate no jogo dá o que no amor? No amor eu não sei, no jogo é meio ponto, ou seja, ninguém fica no zero a zero. Se fosse um streap pocker, dando empate, todo mundo perderia a roupa e, enfim, retomemos a ordem. Ganhar pode significar perda ou perder pode significar ganho? Jogo ou não jogo, de novo, os tais números do cassino?
Por via das dúvidas, não vou revelar os meus números nefastos para vocês. “A sorte de uns é o azar de outros”. Talvez, o azar de uns seja a sorte de outros. Vocês podem perguntar: Não me desejas sorte, amiga? “Antes a morte que tal sorte”.
“Aproveite a sorte enquanto ela está a seu favor”. Como saber se ela não está contra, nem Freud explica.
Fontes:
Guia dos Curiosos:
http://guiadoscuriosos.ig.com.br/categorias/4772/1/loteria.html
http://guiadoscuriosos.ig.com.br/categorias/3499/1/sexo.html
Xadrez / Rei afogado: http://pt.wikipedia.org/wiki/Rei_afogado
Post sobre viagem no Vision of the seas: Manual para pobre turistas - http://registremos.blogspot.com/2010/01/vision-of-seas-manual-para-os-pobres.html
Bonde da informação
Lu Vaz on terça-feira, 16 de março de 2010
Esses dias, eu estava ouvindo um programa de rádio e uma das apresentadoras falou sobre a Tetê Espíndola. Lembram dela? Quem não conhece ou quer refrescar a memória, pode assistir a um vídeo de quando ela foi vencedora do Festival dos Festivais, na Globo, em 1985. "Recordar é viver"!
A radialista fez vários comentários, colocou a famosa música "Escrito nas estrelas" e disse que a cantora encerrou a carreira. Os outros apresentadores do programa não discordaram. Assusta ouvir num veículo de comunicação uma informação tão superficial. Saibam: Tetê Espíndola continua na ativa e a agenda está disponível no website: http://www.teteespindola.com.br/
As pessoas precisam entender que artistas não se aposentam quando deixam de tocar no rádio ou aparecer na televisão. Se o indicador fosse esse, hoje a nossa Arte musical seria basicamente rebolation e funk tutti frutti, não é?
A verdade é que a nossa cultura não se resume ao que vemos em evidência na mídia. O que talvez esteja ocorrendo é gente vocacionada para o ofício da música fazendo isso por hobby e, na contramão, gente ganhando a vida com arremedo de musicalidade. Obviamente, toda regra tem lá suas exceções.
Mas não ter a televisão como guia exclusivo é mais do que ampliar os horizontes. Quem não se limita a apenas ligar e desligar o seu aparelho de TV tem o poder de fazer parte do mundo.
Já se foi o tempo que tínhamos festivais, Cassino do Chacrinha e outras atrações televisivas que, além de divertir, revelavam novos talentos e nos mantinham antenados com todo o universo musical.
O eclético de ontem é bem diferente do de hoje. O diverso de tempos atrás ia do samba ao rock nacional, do forró aos sucessos internacionais. Tudo era vedete! A diversidade atual é um batidão vitaminado de frutas. Jaca, moranguinho, melancia, melão, maçã e uma banana pra música. No final das contas, tudo não passa de rebolation, de chacoalhar o quadril bem rápido e de vez em quando dar... Desculpe a pausa. Só parei para dar a abaixadinha.
O hilário é que já naqueles tempos muita gente reclamava da indústria cultural. Com o advento da internet, a luta é para que downloads e uploads não tirem o pão dos músicos. Cá entre nós, se não fosse o ciberespaço como conseguiríamos nos manter conectados com a Arte musical? As nossas opções para conhecer novos talentos seriam Raul Gil & Raulzinho, competições de candidatos a ídolos e, e, e, e é isso aí.
O programa Super Pop, da Luciana Gimenez, costuma levar Régis Tadeu, um editor de revistas do ramo musical, para apontar o que é bom ou ruim de se ouvir. Eu já tive a oportunidade de entrevistá-lo. É um cara, digamos, contundente e cheio de princípios. Não sei se essa é a melhor definição para o Régis, porém, se ele quiser debater com essa outra Luciana aqui da blogosfera é só chegar.
E nesse tipo de discussão sobre qualidade musical os argumentos sempre giram em torno de preconceitos e de que ninguém é dono da verdade para impor o que é música boa. O básico seria não perder de vista o que é música. Acabaria com todas as polêmicas. O que é música? Alguém já pensou no simples, tipo, consultar o dicionário?
mú.si.ca sf (lat musica) 1 Arte e técnica de combinar sons de maneira agradável ao ouvido. 2 Composição musical. 3 Execução de qualquer peça musical. 4 Conjunto ou corporação de músicos. 5 Coleção de papéis ou livros em que estão escritas as composições musicais(...).Resumidamente, letra e melodia encerrariam a questão e cada um que consumisse o que gosta. Pior é quando a gente encontra música na prateleira do alternativo e a feira livre na prateleira do hit parade.
Caixa, me poupe!
Lu Vaz on
O banco hoje foi tenso, para ser exata, teeeeeensiiiiinhooooo. Como vocês sabem eu tenho síndrome do pânico e eventuais crises de depressão. De vez em quando, eu fico meio lerda e sonolenta. Precisei ir até a Caixa Econômica Federal resolver umas burocracias de conta salário e coisa e tal. Peguei a senha nº 479, número do prédio onde moro, e fui procurar uma cadeira. Não demorou muito, eu já estava dormindo sentada.
Eu tinha outro compromisso igualmente importante. Quando estava quase na minha vez, já era a hora da minha consulta com a "psico", a psicóloga da perícia. Tentei explicar isso a uma funcionária, que chamou o gerente. Tentamos dialogar, mas estávamos em frequências diferentes. Ele hiperativo e eu hiper troncha.
Lembro de ter contado a ele que eu estava de licença médica, numa fase ruim e com dificuldades para sair de casa. Lembro que ele me disse meia dúzia de desaforos, porém, minha cabeça zonza não conseguiu tragar tudo que ele disse em fração de segundos.
Lembro de ter contado a ele que eu estava de licença médica, numa fase ruim e com dificuldades para sair de casa. Lembro que ele me disse meia dúzia de desaforos, porém, minha cabeça zonza não conseguiu tragar tudo que ele disse em fração de segundos.
Quando ele fez uma pequena pausa para respirar, eu disse algo do tipo: Eu não sei se tenho condição de voltar amanhã. Espontâneamente, ele falava alto e gesticulava muito. Eis que ele disse em voz alta: Você quer que eu te passe na frente de todo mundo?
Não ousei olhar para trás, preferi não saber a reação das pessoas que também esperavam serem atendidas. Só consegui balbuciar, no melhor estilo "lei de gaga", que a minha intenção não era furar a fila, apenas encontrar outra solução.
Isso me incomodou bastante, pois, se o gerente tem essa natureza demasiadamente impulsiva, eu sem rivotril sou uma bomba. Não explodir, não deixar claro para todo mundo que não é do meu feitio sacanear as pessoas, fez com que eu entrasse em pânico, porém, um pânico calmiiiiiiiiiiiiinhooooooooo, zeeeeeeeeeeeeen.
Ele resolveu escrever um bilhete para eu poder entrar na agência depois. Por mais hiperativo que ele seja, a minha senha foi chamada antes do carimbo no bilhete. Mas eu estava tão leeeeeeeentaaaaaaa que peguei o bilhete assim mesmo. E fui para a mesa do atendente.
O atendente, super simpático, me recebeu com o maior carinho e dedicação, tanto que apaziguou o desconforto provocado pelo hiper maluco. Enquanto ele preenchia as dezenas de formulários, eu fiz aviãozinho com o bilhete do gerente. Depois fiz um barquinho. Por pouco não virei mestre em origami. Quando o mister simpatia foi preencher a minha ficha, comentou que moramos na mesma rua. Distraiu-se e colocou no meu endereço o número do prédio dele.
Lerda eu? Mesmo lendo o papel de cabeça para baixo, fui logo dizendo:
- To mudando de banco, mas não vou mudar pra sua casa, não! Eu moro no 479!
Amanhã vou jogar o 479 no bicho!
Enquanto blogo, como
Lu Vaz on
A minha irmã @camis_vaz costuma dizer que tenho um gosto um tanto extravagante, exótico, pra não dizer, esquisito. Eu costumo dizer que vou do quiabo ao Ratatouille. Mas se só tiver caviar, peixe cru ou lesma, eu ligo pra pizzaria e chamo uma marguerita no capricho.
Enquanto blogo, estou degustando um chocolate amargo com pimenta, da "Brasil Cacau". No site, a proposta é: Surpreenda-se! Nada mais é do que um chocolate meio amargo com um ardidinho de leve no final da deglutição. O que eu ainda não descobri é se a surpresa vem depois... lá na evacuação. Besteiróis e colesteróis à parte, o chocolate é uma delícia para quem não deseja o inesperado.
O que realmente me interessou na loja foi a possibilidade de não dar o óbvio ovo de páscoa para o meu afilhado. Ele só tem 2 anos de idade e a minha comadre não quer que ele já comece a vida se empapuçando de chocolate.
A Brasil Cacau tem uma linha infantil e eu adorei a idéia de presentear o Guilherme com uma alternativa lúdica de apenas 160 gramas de chocolate.

Essa caixa chamada Mãos à obra tem pequenas ferramentas feitas de chocolate ao leite. Há outras alternativas para meninas, crianças em fase de alfabetização. Vale a pena conferir o site e ver se já tem uma loja dessa marca na sua cidade, pois, é uma chocolateria nova, em plena expansão.
Chinelada na Cinderela
Lu Vaz on sábado, 13 de março de 2010
Eu fiquei pensando que título dar para esse post. Pensei: Havaianas de !#$%¨&! Levando em conta que "para todo pé cansado existe um chinelo velho", refleti: E o que dizer de chinelos novos que cansam a paciência da gente? "Havaianas, as legítimas não deformam, não soltam as tiras", o caramba!!! Vai me dizer que essa foto aí embaixo é um caso de amor entre chinelos opostos que se atraíram loucamente e lutaram para ficarem juntos.
Quem leu o post Havaianas - rebimboca da parafuseta sabe que eu tenho havaianas de sobra e uma paciência de monge budista. Agora eu tenho uma coleção de Havaianas esburacadas e com tiras quebradas. Lá no outro post, o par de havaianas com um furo na tira é meu também! E todas novinhas!
Uma delas ainda está na garantia, no caso, essa beginha aí da foto. A outra é branca, é que tá meio encardida. Toda vez que vou trocar alguma coisa na "Havaianaticos" de Santos, no Shopping Praiamar, só falta eles me darem um pé na bunda ou uma chinelada no glúteo. É sempre uma baita má vontade.
Uma delas ainda está na garantia, no caso, essa beginha aí da foto. A outra é branca, é que tá meio encardida. Toda vez que vou trocar alguma coisa na "Havaianaticos" de Santos, no Shopping Praiamar, só falta eles me darem um pé na bunda ou uma chinelada no glúteo. É sempre uma baita má vontade.
Dessa vez o enorme problema foi o seguinte: A primeira vez que troquei esse par foi porque ganhei de presente e precisava de um tamanho maior. Repare aí no comprovante da garantia que a outra era uma super fofa lilás. Sendo troca de numeração, disseram que eu podia escolher qualquer cor e modelo. Depois de escolher várias, várias e várias, ou seja, depois da maior canseira, só havia um único par do meu número na loja inteira. Isso significa que eu não tive escolha.
Comecei a usar em janeiro e no final de fevereiro quebrou a tira. Simplesmente, eu estava ao telefone - com os pés paradinhos - e quando fui sair do lugar a tira estava quebrada. Vá entender!
Cheguei lá pra trocar, porém, quando a troca é por defeito, tem que ser pelo mesmo modelo. Mas não tinha o meu número. A cinderela aqui calça 39/40. Até aí, se eu não tivesse pés grandes como equilibraria o meu corpo com a minha bunda, digamos, extensa. Foto da bunda, nem pensar, hein!!!
Bem, se não tem a minha numeração deve ser porque vende muito. Ou eles não acreditam que mulher pode ter pé grande? Uma Thurman calça 41 e e Kate Winslet calça 40. Sorte a delas não serem clientes da Havaianas. Quando eu disse à vendedora o tamanho do meu chinelinho, ela me mediu dos pés à cabeça e, não satisfeita, da cabeça aos pés, só pra dar mais uma conferida.
Comecei a usar em janeiro e no final de fevereiro quebrou a tira. Simplesmente, eu estava ao telefone - com os pés paradinhos - e quando fui sair do lugar a tira estava quebrada. Vá entender!
Cheguei lá pra trocar, porém, quando a troca é por defeito, tem que ser pelo mesmo modelo. Mas não tinha o meu número. A cinderela aqui calça 39/40. Até aí, se eu não tivesse pés grandes como equilibraria o meu corpo com a minha bunda, digamos, extensa. Foto da bunda, nem pensar, hein!!!
Bem, se não tem a minha numeração deve ser porque vende muito. Ou eles não acreditam que mulher pode ter pé grande? Uma Thurman calça 41 e e Kate Winslet calça 40. Sorte a delas não serem clientes da Havaianas. Quando eu disse à vendedora o tamanho do meu chinelinho, ela me mediu dos pés à cabeça e, não satisfeita, da cabeça aos pés, só pra dar mais uma conferida.
O fato é que sugeri pagar a diferença e levar qualquer um. Mas troca de produto que quebrou só pode ser pelo mesmo modelo. Mudou o desenho de florzinha pra folhinha, de quadradinho pra listrinha, de coraçãozinho pra ondinha, já era, mudou o modelo. Gente burra! Se eu estou insatisfeita com a porcaria do produto e ainda estou me dispondo a pagar mais pra não ficar sem nada, putz! Troca logo essa bagaça, meu!
Tive que voltar pra casa com o chinelo quebrado. Um dia, quando chegar o mesmo modelo do meu número grandão, eles me ligam e eu posso ir lá trocar. Quanto ao outro par quebrado, me ferrei. A tira quebrou 4 dias após o fim da garantia. Aquele par furado eu uso de vez em quando. E as outras estou esperando quebrar, logo, logo.
O talentoso Glauco era genial e hilário. O dia de hoje não teve a menor graça.
Lu Vaz on sexta-feira, 12 de março de 2010
"O principal personagem do Glauco é um consumidor inveterado de uns 30 anos, solteiro que mora com a mãe - com quem tem uma relação neurótica- e continua virgem até hoje. Geraldão bebe, fuma muito, vive atacando a geladeira e toma todos os remédios que vê pela frente. No começo, ele usava uma calça sem elástico. Hoje, passa o dia todo peladão. Geraldão foi criado para o livro independente "Minorias do Glauco", lançado em 1981. Até hoje esta tirinha é publicada na Folha de S.Paulo".Fonte: http://www2.uol.com.br/glauco/geraldao.shtml
"Geraldinho é o Geraldão quando era criança. Só que, em vez de bebida, cigarro e remédios, ele é viciado em refrigerante, televisão e sorvete... muito sorvete... de todos os sabores... de todas as formas... Ele é muito sacana e, ao lado do cachorro Cachorrão e do gato Tufinho, seus inseparáveis amigos, dá muito trabalho para sua mãe. Além disso, o Tufinho anda com uma turma barra pesada. São os Folgatos, que adoram atacar a geladeira da casa do Geraldinho. Na escola, o menino é impossível e só senta na turma do fundão. Geraldinho foi criado especialmente para a "Folhinha", o suplemento infantil da Folha de S.Paulo." Fonte: http://www2.uol.com.br/glauco/geraldinho.shtml
Norovírus a bordo
Lu Vaz on quinta-feira, 11 de março de 2010
Referências:
Alguns leitores desse blog manifestaram preocupação em relação aos surtos de gastroenterite nos cruzeiros do navio Vision of the Seas, principalmente quem tem viagem marcada para os próximos dias. A TV Tribuna, afiliada da Rede Globo, acabou de informar a seguinte nota:
"Um norovírus foi a causa do surto de vômito e diarréia do Vision of the Seas. Essa foi a conclusão de um laudo divulgado pela Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro depois que 348 pessoas passaram mal durante um cruzeiro na semana passada. A Anvisa informou que ainda não recebeu o documento e a conclusão só será divulgada quando ele for analisado pelos especialistas. E a Anvisa recebeu informações de que 18 pessoas que embarcaram no Vision of the Seas na semana passada também estariam apresentando vômito e diarréia. A Agência está monitorando os casos e disse que como não houve aumento por enquanto não está prevista nenhuma vistoria na embarcação que atraca amanhã no Porto de Santos. Este é o terceiro registro de casos desse tipo no transatlântico este ano".
O vídeo do telejornal está disponível no link http://portaltvtribuna.grupoatribuna.com.br/videos/?video=515 e a nota entra no trecho/tempo 1:36.
Mais informações:
Ansiedade é um caso sério
Lu Vaz on
Uma ansiedade súbita, náuseas, dor de estômago, suores, tontura, aflição, desconforto na garganta, taquicardia, problemas para respirar, nervosismo, sede excessiva e a impressão de que vai perder os sentidos, quase um desmaio. Um terrível e inexplicável sofrimento e a certeza de que é a morte rondando. Medo sem saber exatamente do que e uma vontade imensa de fugir não se sabe para onde. Correr para um porto seguro embora a sensação de insegurança e pavor seja apenas de quem sofre o problema. As pessoas ao redor não conseguem entender e, muitas vezes, nem perceber o que está acontecendo.
E o que está acontecendo? Ao contrário do que muitos imaginam não se trata de loucura. Todas essas reações acontecem ao mesmo tempo, porém, nunca se chega a perder os sentidos. Nunca porque essa cena passa a se repetir várias vezes até transformar a vida num verdadeiro inferno. É isso que se sente numa crise de Síndrome ou Transtorno de Pânico. A crueldade é viver uma batalha travada contra ninguém e sentir na carne o cansaço de uma guerra invisível.
A trajetória dos doentes é mais ou menos parecida. A primeira crise é avassaladora. Pelo menos aqui no Brasil, não há exames ou quaisquer tipos de comprovações documentais para o diagnóstico. A avaliação é o próprio depoimento do paciente. E há diversas correntes de pensamento, terapias, tratamentos.
No meu caso, sofro dessa “coisa” desde 2001. Tive uma melhora bastante significativa, porém, ainda não encontrei a cura, mas ela existe. Já passei por psicóloga, acupunturista, quiroprático, terapeuta de florais, pai-de-santo, padre, e por aí vai. A minha melhor alternativa foi mesmo o psiquiatra. Mas sinto-me uma cobaia. O recurso para tratar esse mal-estar paralisante é ir testando os remédios e olhe lá. Depois de experimentar grande parte das drogas disponíveis, cheguei ao Lexapro, um antidepressivo inibidor da recaptação da serotonina. Tomo em conjunto com o Rivotril, um tranqüilizante que ajuda a controlar os sintomas, e a Lamotrigina, uma droga antiepiléptica que vem sendo usada como estabilizador de humor.
Serotonina é uma substância chamada de neurotransmissor. Quando há uma falha nessa comunicação das células do cérebro (neurônios), entra o remédio. E vale ressaltar: Não tem exame, tudo é deduzido com base no que o paciente relata. O antidepressivo funciona como uma espécie de balsa e promove essa ligação dos neurônios. Eu tomo o Lexapro há dois anos. O que eu tenho de informação é que a cura acontece em 2 a 5 anos de tratamento contínuo. Mas quando você deixa um remédio e passa a tomar outro é tudo novo de novo. Em resumo: É outro tratamento, outra contagem de tempo para a perspectiva da cura.
Eu tenho sido o que o extinto grupo Raimundos chamaria de Mulher de Fases. Coitado do meu namorido! Eu sou legal, sou feliz, sou risonha e até divertida. Mas isso não impede crises de pânico alternadas com episódios de depressão. Na última consulta, eu contei ao médico a piora de alguns sintomas e ele me apresentou outra alternativa: Um tal de Valdoxan.
Já foi aprovado pela Anvisa e é o primeiro antidepressivo melatonérgico do mercado. Só que aceitar esse medicamento significa começar de novo. Sempre sem garantias. Exaustivo à beça! Os neurotransmissores clássicos são a serotonina, dopamina e noradrenalina. A tal da melatonina é produzida pela glândula pineal, que por sua vez é uma glándula endócrina localizada perto do centro do cérebro. Isso tudo não cabe na minha cabeça!
Dizem que o Valdoxan tem menos efeitos colaterais como insônias e cefaléias, aliás, parece até que previne dores de cabeça e enxaquecas em geral, além de regular o sono. A psicóloga me disse que eu preciso dormir para produzir serotonina. Se ela tem razão, juntando o quebra-cabeça, o Valdoxan parece mesmo interessante.
OBS: Até meados do ano passado, o Lexapro não podia ser manipulado, não havia cartão desconto do fabricante, nem genérico, ou seja, nenhuma alternativa para baratear o tratamento, que inclui outros medicamentos e pesa bastante no orçamento. Mas parece que no final do ano passado a Aché lançou o Exodus, primeiro similar do Lexapro no Brasil.
Exodus 10mg c/ 30 comprimidos: R$ 95,99
Por fim, os preços (http://www.consultaremedios.com.br/):
Lexapro 10mg c/ 28 comprimidos: R$ 149,32
Valdoxan 25 mg c/ 28 comprimidos: R$ 212,54
OBS: Até meados do ano passado, o Lexapro não podia ser manipulado, não havia cartão desconto do fabricante, nem genérico, ou seja, nenhuma alternativa para baratear o tratamento, que inclui outros medicamentos e pesa bastante no orçamento. Mas parece que no final do ano passado a Aché lançou o Exodus, primeiro similar do Lexapro no Brasil.
Exodus 10mg c/ 30 comprimidos: R$ 95,99
Para quem tem interesse no assunto, eu recomendo uma leitura no PsiqWeb sobre melatonina.
E no post anterior foi reproduzido um artigo sobre o Valdoxan.
Também indico um excelente artigo: Emoção muito intensa ou baixa tolerância? O dilema da ansiedade nos casos de Pânico
Também indico um excelente artigo: Emoção muito intensa ou baixa tolerância? O dilema da ansiedade nos casos de Pânico
No stress - Agomelatina na Melatonina
Lu Vaz on quarta-feira, 10 de março de 2010
Dias atrás, eu estava pesquisando no Google sobre Melatonina e Valdoxan e encontrei um bom artigo. Hoje fui reler , mas a página foi removida do Artigonal. Como ainda era possível acessar em cache, eu copiei e colei aqui no blog.
Agomelatina (Valdoxan): Um Novo Antidepressivo Com Ação Na Melatonina
Por: Mario Peres
Publicado em 29/07/2009
Foi recentemente aprovado pela ANVISA no Brasil o uso do Valdoxan, a agomelatina, um novo medicamento antidepressivo com ação em receptores de melatonina. A agomelatina estava sendo esperada pela comunidade médica pois o seu perfil de eficácia e tolerabilidade é bastante bom. É o primeiro antidepressivo com ação diferente dos neurotransmissores clássicos como a serotonina, dopamina e noradrenalina.
Segundo a EMEA, agëncia regulatória de medicamentos na Europa, a agomelatina representa uma significante inovação no tratamento da depressão. Em estudos comparativos a agomelatina foi superior à venlafaxina no tratamento da depressão, além de ser melhor tolerada.
A agomelatina é um dos antidepressivos com menor índice de cefaleia, dor de cabeça como efeito colateral. Devido ao grande número de evidencias que ligam o sistema de melatonina com a enxaqueca, o potencial de uso da agomelatina no tratamento preventivo da enxaqueca e outras cefaleias é bastante esperado, novas pesquisas informarão detalhes sobre o assunto.
O valdoxan foi lançado em comprimidos de 25 mg, podendo ser ajustada a dose para 50 mg. Espera-se que com a agomelatina o arsenal terapëutico medicamentoso da depressão seja aumentado, com um medicamento que possa agir fora do sistema serotoninérgico, dopaminérgico ou adrenérgico, como são os antidepressivos atualmente. O clássico antidepressivo Prozac, a fluoxetina, por exemplo age como um inibidor da recaptação de serotonina, melhorando a função da serotonina no cérebro. A agomelatina agindo na melatonina abre uma outra opção de tratamento para depressão.
Perfil do Autor
Dr. Mario Peres é médico neurologista, com doutorado em Neurologia pela Escola Paulista de Medicina (unifesp), Pós-doutorado na Thomas Jefferson University, Philadelphia, autor do livro “Dor de cabeça: o que ela quer com você”, e de mais de 70 publicações científicas. Foi eleito Fellow do American College of Physicians. Para marcar uma consulta com o Dr Mario Peres, ligue para 11 32855726 (centro de cefaleia), ou 11 37473309 (Hospital Albert Einstein).
Fonte: http://www.artigonal.com/authors/195455
Perfil do Autor
Dr. Mario Peres é médico neurologista, com doutorado em Neurologia pela Escola Paulista de Medicina (unifesp), Pós-doutorado na Thomas Jefferson University, Philadelphia, autor do livro “Dor de cabeça: o que ela quer com você”, e de mais de 70 publicações científicas. Foi eleito Fellow do American College of Physicians. Para marcar uma consulta com o Dr Mario Peres, ligue para 11 32855726 (centro de cefaleia), ou 11 37473309 (Hospital Albert Einstein).
Fonte: http://www.artigonal.com/authors/195455
Velhinha devassa, geladeira na loura e vá entender
Lu Vaz on
Quando o assunto é consumo e cartão de crédito, logo se pensa em mulher. Isso é Sexismo? Na Semana Internacional da Mulher há uma reflexão que cabe como uma luva.
No ano passado, a Havaianas optou por tirar do ar um divertidíssimo comercial com uma vovó descolada que mencionava a palavra sexo num papo moderninho. A Havaianas explicou que recebeu reclamações sobre o conteúdo do filme e partiu para uma alternativa mais democrática. Quem quisesse assistir que recorresse ao ciberespaço. Acho justo a Havaianas entrar num acordo com a sua clientela, porém, não vejo nada de democrático nisso. Primeiro porque eu duvido que as ditas reclamações recebidas pela Havaianas representem soberania. E também porque somos 190 milhões de brasileiros, porém, 66 milhões com acesso à web e apenas 28,5 milhões com internet em casa. Quantos desses usam ou usariam Havaianas eu não faço a menor idéia.
Recentemente, o Conar suspendeu um comercial da cerveja Devassa. O motivo: Campanha sexista e desrespeitosa para a mulher. Uau! E os outros comerciais de cerveja não foram vetados por quê? Por acaso, a Devassa deu a entender que se o macho bebesse a cerveja comeria a Paris Hilton? Uma mulher gostosa não pode se expressar rebolando e gostar de beber uma cerveja com a mesma naturalidade que coloca a mesa do café-da-manhã num comercial de margarina? Sexista e desrespeitoso é uma mulher sublime não poder falar de sexo com a neta adulta num comercial de chinelos.
Milagre capilar?
Lu Vaz on terça-feira, 9 de março de 2010
Não, não posso atribuir a um milagre, pois, seria uma intervenção sem explicação científica e o site da pantene tem uma seção dedicada exclusivamente a explicar suas avançadas tecnologias. A única semelhança com milagre é que a veracidade só se sustenta com o tempo, portanto, esse post não é uma opinião definitiva.
Obviamente, quando comprei o tratamento noturno restauração profunda da Pantene, eu não tinha a pretensão de acordar igual a Gisele Bundchen. Mas há muito tempo eu desejava um produto que pudesse me surpreender.
O aspecto atual do meu cabelo está longe de ser saudável. Os fios são finos e exageradamente quebradiços. O volume é o de uma cabeleira porosa e sem forma. Mas eu corto com frequência e, por incrível que pareça, a maciez persiste. Em resumo: Olhando parece uma palha, mas é agradável ao toque.
Eu não uso secador, nem faço chapinha. Mas tomo um medicamento de uso contínuo que enfraquece os cabelos. Eu tinha cachos, entretanto, eles foram perdendo a forma e hoje praticamente não existem. Desastroso, não é? Já fiz nanoqueratinização, uso produtos com creatina e geléia real, já usei tudo que vocês possam imaginar. A minha alimentação é boa e eu tomo um suplemento vitamínico. Mesmo assim tenho esse problema com o cabelo. Ou tinha?
Esse tratamento promete restaurar 1 ano de danos em apenas 1 mês. Seria precipitado dizer que acredito nisso, mas dá pra ficar animada porque a promessa de não manchar o travesseiro a Pantene cumpre. Aliás, a primeira coisa que notei hoje de manhã foi a ausência de punhados de fios espalhados pelo travesseiro. Olhei no espelho e vi um cabelo menos volumoso, com perspectivas de retomada dos cachos e até um pouco de brilho.
O que posso contar dessa primeira noite de tratamento é que o meu dia foi ótimo. Há muito tempo eu não enxergava vida em meus cabelos e só me restava prendê-los. Hoje as madeixas ficaram livres, leves e soltas. A minha idéia agora é comprar o tratamento noturno controle de queda e alternar o uso.
Se você conhece esse produto ou algum outro tratamento noturno para os cabelos, por gentileza, deixe o seu comentário.
Beijos, meninas!
Geladeira saudável por dentro e por fora
Lu Vaz on
É óbvia a preocupação com a qualidade dos produtos que colocamos dentro da nossa geladeira, afinal de contas, é o que alimenta o nosso corpo e satisfaz o paladar. Algumas pessoas também levam em consideração o consumo de energia quando vão trocar o refrigerador. Uma medida que, além de defender o bolso, contribui com a busca por um planeta sustentável.
Mas você tem certeza de que a sua geladeira não é criadouro de mosquito da dengue? Quanto tempo faz que você não dá uma olhadinha na bandeja que fica em cima do motor? O recomendado é manter essa bandeja seca e lavar frequentemente com bastante sabão. Sal grosso pode ajudar, pois, se ocorrer acúmulo de água, a salinidade evita que a fêmea do mosquito coloque ovos. De repente afasta até mau olhado.
Produtos do bem - Satisfação garantida, presente em dose dupla
Lu Vaz on domingo, 7 de março de 2010
Fiz aniversário na última sexta-feira e ganhei alguns mimos. Entre eles, um camisetão de dormir com a estampa de um urso panda, símbolo da Casa Hope. É maravilhosa a vibração de receber um presente tão do bem. A peça foi comprada no Carrefour e o verso da etiqueta fala por si:
- Conheça a história e o trabalho da Casa Hope: http://www.hope.org.br
- Acompanhe as novidades no blog http://blogdacasahope.blogspot.com
A gente paga por saúde e morre à míngua? A gente paga por lazer e adoece tentando se divertir?
Lu Vaz on sábado, 6 de março de 2010
Ainda tento compreender o que aconteceu com o menino Pedro. Com o plano de saúde pago em dia, morreu sem atendimento. Não se sabe o que provocou a infecção generalizada, tampouco se ele teria alguma chance. O único fato é que a vida da criança foi negligenciada por um pediatra que deve pensar ser uma espécie de super homem. Sim, pois, ele deve acreditar ser capaz de estar em dois lugares ao mesmo tempo, já que no horário do plantão atendia em seu consultório particular. Só apareceu seis horas após o chamado de emergência.
Como se não bastasse isso, enquanto as ambulâncias do plano de saúde estavam na garagem, foi o SAMU que se encarregou prontamente de transferir a criança para morrer em outro hospital. No meu entender, deixou de ser um depoimento sobre direitos do consumidor e passou a ser caso de polícia. Nesse país a gente espera, espera, espera, sempre espera que haja justiça.
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Enquanto tento assimilar tal absurdo, penso se Thiago Costa e esposa estão bem. O comentário deles com a expectativa de fazer um cruzeiro marítimo seguro ficou registrado aqui no blog. Mas receio não terem feito boa viagem. Outro surto de gastroenterite marcou as férias dos passageiros do Vision of the Seas e, tudo indica, o casal embarcou nesse pesadelo.
Como se não bastasse isso, enquanto as ambulâncias do plano de saúde estavam na garagem, foi o SAMU que se encarregou prontamente de transferir a criança para morrer em outro hospital. No meu entender, deixou de ser um depoimento sobre direitos do consumidor e passou a ser caso de polícia. Nesse país a gente espera, espera, espera, sempre espera que haja justiça.
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No site da Royal Caribbean não há uma nota, uma preocupação em tentar explicar a repetição desse surto dentro do mesmo navio e na mesma temporada. Em um cruzeiro, os serviços médicos são cobrados à parte e os passageiros têm a opção de pagar antecipadamente por um seguro saúde. Alguns passageiros afirmam não terem recebido atendimento médico. A empresa nega e diz que quando configurou-se o surto tomou as devidas providências atendendo todo mundo "de graça". Alguns passageiros testemunharam terem recebido soro e energético. Outros reclamaram que não havia água potável.
Essa viagem foi cobrada integralmente e o espírito da Royal Caribbean é o de que imprevistos acontecem. Eu acredito que mantenham essa posição mesmo que o laudo comprove intoxicação por alimentos ou água, o que seria responsabilidade da empresa, não é mesmo? A companhia declarou à imprensa que vai oferecer 25% de desconto em outra viagem. Fica parecendo que o único inconveniente foi o cancelamento da escala em Búzios e que só isso demanda ressarcimento.
A armadora norte-americana é rigorosa quando o assunto é exigir que suas regras sejam cumpridas. Eu não conheço o perfil do consumidor e as leis dos EUA. Aqui no Brasil a gente espera, espera, espera, mas espera que as vítimas recebam uma indenização. Um pequeno desconto em outra viagem da companhia é no mínimo uma afronta. Eu não hesitaria em procurar os meus direitos de consumidor na Justiça.
Essa viagem foi cobrada integralmente e o espírito da Royal Caribbean é o de que imprevistos acontecem. Eu acredito que mantenham essa posição mesmo que o laudo comprove intoxicação por alimentos ou água, o que seria responsabilidade da empresa, não é mesmo? A companhia declarou à imprensa que vai oferecer 25% de desconto em outra viagem. Fica parecendo que o único inconveniente foi o cancelamento da escala em Búzios e que só isso demanda ressarcimento.
A armadora norte-americana é rigorosa quando o assunto é exigir que suas regras sejam cumpridas. Eu não conheço o perfil do consumidor e as leis dos EUA. Aqui no Brasil a gente espera, espera, espera, mas espera que as vítimas recebam uma indenização. Um pequeno desconto em outra viagem da companhia é no mínimo uma afronta. Eu não hesitaria em procurar os meus direitos de consumidor na Justiça.
Gente grande brincando de médico e um chamado Superior
Lu Vaz on terça-feira, 2 de março de 2010
Pedro, no auge de seus dez anos de idade, voltou com a face roxa. Garoto que é garoto mal se machuca e já se apronta para um novo corre-corre. Criança não carrega rancores, descarrega energia entretendo-se com a meninice e colecionando cicatrizes de brincadeiras ligeiras.
Meninos danados demoram a dormir. Mas Pedro sentiu dor, não de mágoa, não pelo soco, uma sensação aguda, um incômodo externo, físico. Carinho de avó ajuda, mas, “toda criança tem direito a proteção à vida” e algumas vezes precisa ir ao hospital.
Com carteirinha de plano de saúde, exame daqui, análise de lá, sem resposta alguma. Vaivém, corre-corre confuso de adulto, o pediatra chamado às quatro da tarde chegou às dez da noite. Menino que é menino precisa de doutor em pequeninos.
Infância é o começo, são os primeiros anos. Hoje não tinha criança se divertindo na rua. Pedro morreu após uma infecção generalizada. O enterro é amanhã, às quatro da tarde. Resta agora um exame de consciência de gente crescida.

































